13/01/2012

DEPENDÊNCIA QUÍMICA- TRATAMENTO HOLÍSTICO

 
Várias vezes escutei que a maconha é menos prejudicial que o cigarro, 
o que não é verdade. A fumaça da Cannabis Sativa possui sete vezes
mais alcatrão e monóxido de carbono que a do cigarro comum.

A revista francesa "60 milhões de consumidores" realizou testes
com uma máquina de fumar  objetivando comparar as proporções 
de alguns componentes existentes na fumaça dos cigarros de maconha
e tabaco (nicotina, alcatrão, monóxido de carbono, benzeno e tolueno)
Os testes foram realizados a partir da resina das ervas. E a conclusão 
foi a de que fumar três ou mais cigarros de maconha ou haxixe 
diariamente, provoca os mesmos riscos de câncer e doenças cardiovasculares
que fumar um maço de cigarros de tabaco.

Mas e daí? Eu não sou viciado. Esta é uma colocação comum de alguns 
usuários. 
Mas quem é e quem não é viciado? Todos nós, com raríssimas exceções, 
somos viciados em alguma coisa, em níveis diferentes: açúcar, chocolate... 
Porém, considera-se dependente a pessoa que não consegue passar 
sem a substância viciante, porque precisa disto para se sentir bem, 
para se expressar e se relacionar, incluindo aqueles que, embora não
usem diariamente, procuram ficar "ligados" nos fins de semana, tornando isso 
sua fonte de prazer. 
Usar a substância viciante como forma de fugir da realidade e sublimar 
emoções caracteriza dependência psicológica, o que nada mais é do que
uma expressão de dor da Alma.
O processo de dependência pode ser lento e imperceptível para quem nele 
está,  o seu tempo relaciona-se com o tipo de droga e as condições 
físico-emocionais do usuário. O organismo passa a não funcionar 
sem a substância viciante, tanto que responde a sua ausência com as 
crises de abstinência. 
Antes da dependência ser diagnosticada pela observação do comprometimento
físico, todos os meridianos, canais de energia, chacras e glândulas do 
corpo etérico já foram danificados. 
Os bloqueios da energia causam as doenças físicas, mentais e emocionais, 
sem falar no comprometimento do perispírito onde se observam rupturas
do campo áurico, perdas de energia e embrutecimento do padrão vibracional,
facilitando a sintonia com as energias mais primitivas e desarmônicas, que
são atraídas como se por um imã. 

Estudos já provaram que a dependência química altera os padrões de
DNA, desenvolvendo uma memória genética, que coloca o dependente 
num estado de quarentena constante, onde deve monitorar as substâncias
que ingere, o padrão de vida, pensamentos, ações, tudo o que possa 
detonar essa memória.
A energia naturalmente flui dos chacras chamados inferiores (primeiro, 
segundo e terceiro) para o cardíaco e deste para os superiores (quinto, 
sexto, sétimo). As substâncias tóxicas fragmentam esse fluxo. Cada uma 
delas tem maior afinidade com determinado chacra, porém com o tempo 
todos são afetados.
O primeiro chacra que se torna disfuncional em todo o tipo de dependência,
é o cardíaco.Ocorre um distanciamento das relações afetivas saudáveis
e naturais e, com isso, acontece o endurecimento do pericárdio (membrana
que envolve o coração) e o congelamento das emoções, principalmente no
que se refere a trocas afetivas construtivas, pois o binômio dar e receber
é substituído por uma situação onde o dependente suga a energia das 
outras pessoas. 
O sentimento de vazio é tão intenso e doloroso, que o dependente 
necessita disto para sentir-se inteiro. Sente-se abandonado, carente, com
um sentimento de inadequação que o isola e faz buscar cada vez mais
as substâncias que amorteçam sua dor.
A maconha leva a um estado de alienação afetando principalmente o primeiro
chacra que é o da sobrevivência, da vinculação com a vida, da conexão 
com a Terra. Ocorre a sensação de que vestir o corpo é algo muito doloroso
 assim como estar no aqui e agora. 
Acontece também uma diminuição de atividade do sexto chacra, o ajna,
ou chacra frontal, governado pela glândula pituitária e responsável pela intuição
e ligação com o mundo espiritual. Como resultado, ocorrem perda da motivação,
lentidão de todo o metabolismo, alterações da habilidade de compreensão 
e capacidade de avaliação (aumento da agressividade e dificuldades escolares
 principalmente em adolescentes).

Para a cura acontecer o primeiro passo é admissão da dependência,
 
o autoperdão, o despertar do amor incondicional e da esperança. Culpas, 
raivas, ressentimentos devem ser limpos e transmutados. 

Perdoar a si mesmo, perdoar aos outros, viver o aqui e o agora e entender
que nunca estamos sós, saindo assim da orfandade espiritual e semeando 
solo fértil para receber ajuda. Abençoar toda experiência de vida boa ou  
ruim como instrumento de crescimento. 
 A mudança do sistema de crenças que gerou a dependência é vital, assim 
como a discussão aberta sobre o vício e suas armadilhas. Ela deve acontecer
de dentro para fora. Não se foge da dor, ela tem que ser vista, identificada,
acolhida, para só então ser liberada. 

A terapia holística proporciona alguns instrumentos que podem auxiliar
no tratamento da dependência química: Reiki,  Terapia Floral,  Aromaterapia, Cristalterapia, Acupuntura, Meditação,  TVP...  
A recuperação do dependente é muitas vezes difícil e dolorosa, mas não é impossível.

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